No Paraná que queremos, saneamento é para todos

✅ No Paraná que queremos, todos devem ter uma vida com dignidade, e não apenas os mais ricos.
🤒 O direito universal ao saneamento básico é critério básico para o desenvolvimento de um país, porque impacta na saúde da população e na redução da mortalidade infantil.

🚿 Infelizmente, no Paraná esse direito ainda não é garantido a todos. Muitas famílias pobres de nosso estado não têm acesso ao saneamento básico.
🚽 Entre a população considerada abaixo da linha de pobreza no estado, 51,4% não têm acesso à rede de esgotos e outras medidas de saneamento. Nesta mesma faixa populacional, 22,5% das pessoas não têm acesso regular à água.
💧 Em relação à população total do Paraná, 26% não têm acesso à coleta de esgoto, o que representa cerca de três milhões de pessoas, e 579 mil pessoas não têm acesso à água tratada.
📢 O bem-estar da população (especialmente a mais pobre) deve voltar a ser prioridade no Paraná. Mas isso só vai acontecer se mudarmos completamente o rumo do nosso estado.

#ParanáQueQueremos

No Paraná que queremos, quem comanda o estado tem coragem para lutar pelos paranaenses

❓Se uma das fábricas mais importantes do Paraná vai fechar, causando prejuízos bilionários ao próprio estado, deixando milhares de pessoas desempregadas e o país sem abastecimento de fertilizantes, o que as pessoas que comandam nosso estado deveriam fazer?

a) Deixar que feche só porque a decisão vem de um padrinho político?

b) Lutar para impedir seu fechamento, para preservar empregos e a economia?

🤔E não é que aqueles que comandam o Paraná optaram pelo silêncio…

🌍 O Brasil é um dos maiores consumidores de fertilizantes do mundo (cerca de 8% do que é utilizado mundialmente) e agora precisa importar 80% do que é consumido.

😤 A dependência estrangeira foi agravada com privatizações nos últimos anos. E faltou vontade política de quem administra o Paraná para evitar que isso tivesse acontecido por aqui.

😥 Quando a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados, que fica em Araucária, foi fechada, aqueles que comandam o Paraná ficaram em silêncio.

💪 No Paraná que queremos, quem lidera o estado tem coragem para defender o que é importante para os paranaenses.

#ParanáQueQueremos

No Paraná que queremos, servidores públicos são contratados por concursos

❓Você concorda que os serviços públicos devem ser prestados por profissionais altamente qualificados, que constroem carreiras e se aprimoram na função ao longo do tempo ou devem servir para o lucro de alguns poucos?

👀 Há que prefira jogar nas mãos de grupos econômicos, que assumem esses serviços nem sempre com qualidade que a população necessita (e tem direito).

😤 Em 2001, funcionários temporários (incluindo comissionados, estagiários e profissionais sem vínculo) constituíam 1,2% do total do emprego no serviço público brasileiro, índice que subiu para 7,9% em 2018.

🤔No Paraná, não é diferente: na educação, apenas em 2021, a terceirização aumentou a despesa em R$ 216 milhões. O Estado gastava R$ 320 milhões com PSS e agora repassa para Empresas terceirizadas R$ 540 milhões – aumento de 67% no dispêndio.

🙄 A situação se repete nas empresas estatais, como a Copel, na qual houve aumento de 52,43% de funcionários terceirizados.

⚖ Para vivermos no Paraná que queremos, a prioridade será a contratações de servidores públicos por meio de concursos, para que o atendimento às necessidades da população seja feito por profissionais altamente qualificados e comprometidos com o bem público.

#ParanáQueQueremos #Paraná

No Paraná que queremos, segurança é dever do Estado

 👮‍♂️ No Paraná que queremos, quem protege o cidadão é o Estado, que investe em segurança pública, valoriza profissionais e garante estrutura e equipamentos adequados.

✋ Além disso, investe em educação, habitação, geração de emprego e renda, para reduzir os problemas sociais que geram criminalidade. Assim, o pai de família não acha que precisa se armar para proteger seu entes queridos (até porque, isso está tendo efeito contrário nos últimos anos).

😥 Em 2017, havia 47.634 registros de posse no Paraná, número que chegou a 76.701 em 2020, uma alta de 61,02%. Mas as mortes por armas de fogo também aumentaram nesse período.

☠ Houve 1.354 mortes dessa forma em 2019. Com o aumento do armamento da população, em 2020, foram 1.643 mortes causadas por arma de fogo, uma alta de 21,34%.

⚖ No Paraná que queremos, cabe ao Estado, e apenas ao Estado, zelar pela segurança pública, com agentes bem treinados, bem remunerados e sempre supervisionados pelas instituições e pela sociedade.

#ParanáQueQueremos #Paraná #Segurança

FES cobra da Casa Civil definição sobre data base

Integrantes da coordenação do Fórum das Entidades Sindicais (FES) participaram de uma reunião com o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega, e com deputados da base de apoio e da Oposição ao Governo Ratinho Júnior para cobrar uma atitude sobre a reposição da inflação nos salários do funcionalismo, fim do desconto previdenciário para aposentados que ganham menos do que o teto do INSS (R$ 7.087,22), pagamento das promoções e progressões e pagamentos dos quinquênios e anuênios para quem ainda não recebeu.

Na reunião, a assessoria econômica do FES apresentou ao chefe da Casa Civil os números que comprovam, no mínimo, a possibilidade da concessão da data base do último período (12,13%) mais o percentual de 3,39% relativo à decisão judicial sobre a data base de 2015. Como todo o funcionalismo, a expectativa dos dirigentes sindicais era de uma resposta definitiva relativas às demandas dos servidores. Porém, tal resposta não veio.

Ortega afirmou que os dados técnicos da Casa Civil estão próximos dos apresentados pelo FES, mas pediu um novo prazo para apresentar uma proposta sobre as reivindicações de servidoras(es), sábado, 25 de junho.

Os integrantes do FES reivindicaram que na segunda-feira pela manhã, antes da sessão da Alep (14 horas) já exista uma resposta definitiva por parte do governo, tendo em vista que o prazo para aprovação da lei da data base se encerra no próximo dia 3 de julho.

Durante a reunião, os sindicalistas voltaram a apresentar aos membros do governo a insatisfação de todas as categorias do serviço público com a demora sobre a definição sobre a data base.

ALEP
Os deputados afirmaram que se o projeto chegar à Casa de Leis no início da próxima semana não haverá nenhuma dificuldade para aprovação e serão feitas quantas sessões extraordinárias forem necessárias para respeitar o prazo de 3 de julho.

Os integrantes do FES reforçaram, no final da reunião, que segunda-feira, 27, é o prazo final para que o governo decida sobre o pagamento da data base e receberam o compromisso do chefe da Casa Civil de que esse prazo será cumprido.

No Paraná que queremos, água e luz têm preço justo

💲 No Paraná que queremos, o estado atua para reduzir o impacto da inflação sobre a renda das famílias.

Haveria um esforço para impedir aumentos dos preços das tarifas de água e de luz. Elas seriam geridas pensando no bem-estar dos paranaenses, e não apenas nos lucros dos acionistas das empresas comandadas pelo estado.

👀 A cobrança da água e de luz poderia ser individualizada, marcando o consumo exato de cada usuário, como prevê o Projeto de Lei 313.

🤔 O controle nas tarifas cobradas dos paranaenses faria parte de uma discussão muito mais ampla sobre a forma de como e para quem nossos recursos e políticas devem ser direcionados.

PRESSÃO TOTAL – FES leva mais de 10 mil servidores às ruas pela data base e em defesa de aposentadas(os)

O Fórum das Entidades Sindicais (FES) mostrou mais uma vez a força do funcionalismo público do Paraná nesta terça-feira, 21, com uma grande manifestação nas ruas de Curitiba. Segundo cálculos dos organizadores, mais de 10 mil servidoras(es) participaram de protesto que iniciou na Praça 19 de Dezembro seguido de passeata até o Palácio Iguaçu.

São duas as principais reivindicações que unem as categorias de funcionárias(os) públicas(os) do Estado. A primeira é a reposição da inflação nos salários de servidoras(es) da ativa e aposentadas(os) – data base. A defasagem alcançou 36,56% em maio deste ano, pois desde 2016 os governos não pagam o reajuste integral dos índices inflacionários.

A segunda é o fim do desconto previdenciário para aposentadas(os) que recebem menos do que o teto do INSS (R$ 7.087,22) – atualmente, todas(os) aposentadas(os) que ganham mais do que três salários mínimos pagam 14% sobre o excedente desse valor.

Além disso, várias categorias ainda lutam pelo destravamento da carreira – pagamento das promoções e progressões. Sob o pretexto da pandemia, todo funcionalismo público viu seus direitos serem violados em relação aos planos de carreiras. Desde o final do ano passado, algumas categorias conseguiram retomar esse benefício, mas a maioria ainda luta para que o governo pague as promoções e progressões, inclusive dos retroativos a 2020.

ULTIMATO – REUNIÃO COM O GOVERNO
Integrantes da Coordenação do FES se reuniram na manhã desta terça-feira, 21, com o secretário de Administração e Previdência (SEAP), Elisandro Frigo, representantes da Casa Civil, deputados que integram a base de apoio ao governo na Assembleia Legislativa (Alep) e parlamentares da Oposição.
No encontro, os dirigentes sindicais expuseram toda a insatisfação do funcionalismo público do Estado com a demora do governo em responder às reivindicações das(os) servidoras(es) e exigiram uma definição até a data de amanhã, quarta-feira, 22.

Além disso, relataram as dificuldades de algumas categorias do serviço público que estão recebendo em seus holerites vencimentos abaixo do salário mínimo por causa do arrocho salarial promovido por Ratinho Junior e salientaram o drama de toda população com a disparada da inflação – o que penaliza ainda mais servidoras(es) que estão sem receber reajuste integral dos índices inflacionários desde 2016.

RESPOSTA DA SEAP
O secretario de Administração e Previdência disse que sua pasta é responsável pela realização das operações definidas pelo governo, mas que ainda não há determinação específica do Palácio Iguaçu sobre as reivindicações. No entanto, prometeu fazer o diálogo com outras secretarias, como da Fazenda e Casa Civil, para que seja definida a política em relação aos servidores.

PRAZO FINAL
Na interpretação do governo, o dia 3 de julho é o último prazo para aprovar lei concedendo o reajuste da inflação nos salários de servidoras(es). Para isso, é necessário que projeto de lei seja enviado pelo governo à Alep até o início da próxima semana.
Durante a reunião, tanto os parlamentares de apoio como de oposição ao governo afirmaram que se o projeto chegar à Casa de Leis não haverá nenhuma dificuldade para aprovação e serão feitas quantas sessões extraordinárias forem necessárias para respeitar o prazo de 3 de julho – data definida pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para concessão de reajuste a servidoras(es), ou seja, 180 dias antes do fim do mandato.

LIDERANÇA DO GOVERNO
Depois da reunião com a SEAP, a coordenação da FES foi até a Liderança do Governo na ALEP e falou com o deputado Marcel Micheletto. O líder de Ratinho Junior no Legislativo disse que ainda na terça se reuniria com o chefe da Casa Civil e uma proposta será apresentada para servidoras(es) na quarta-feira, 22. O mesmo posicionamento foi reforçado em seu pronunciamento na Tribuna da Alep.

Confira algumas fotos

FES se reúne com pré-candidato ao governo, Roberto Requião

O Fórum das Entidades Sindicais (FES) promoveu nesta segunda-feira a primeira rodada de bate papo com pré-candidatos ao governo do Paraná para apresentar reivindicações e ouvir propostas para as categorias de servidoras(es) públicos.

Sindicalistas de todo o Estado apresentaram ao pré-candidato Roberto Requião (PT) um resumo dos principais problemas que afetam o funcionalismo público e ouviram do ex-governador linhas gerais de seu plano de governo.

A coordenação do FES também entregou uma carta aberta ao pré-candidato com uma síntese das demandas de servidoras(es) e uma avaliação das práticas implantadas pelos últimos governos em relação ao funcionalismo.

No documento, o FES cita o confisco de 8 bilhões de reais dos recursos da ParanaPrevidência, em 2015, a perda da licença especial para futuros servidores e a transformação do benefício em licença-capacitação para os atuais, decretos antissindicais, falta de cumprimento da lei da data base, aumento de alíquotas de previdência e taxação de aposentados que ganham acima de três salários e a falta de isonomia com a qual o atual governo trata diferentes categorias do serviço público.

DATA BASE – O Paraná vai parar nesta terça

O Fórum das Entidades Sindicais (FES) está convocando servidoras(es) de todo o Estado do Paraná para uma grande manifestação nesta terça-feira, 21, para exigir do governo do Estado que pague a reposição da inflação nos salários – data base – e para que a contribuição previdenciária de aposentadas(os) que recebam menos do que o piso do INSS seja extinta.

A concentração acontece a partir das 9 horas da manhã, na Praça da Mulher e do Homem nus (19 de Dezembro) seguida de uma caminhada até a Praça Nossa Senhora de Salete, onde ficam o Palácio Iguaçu e Assembleia Legislativa.

O governo do Paraná deve 36,56% ao funcionalismo público a título de reposição salarial. Desde 2016 servidoras(es) não recebem o reajuste integral da inflação. Mas, segundo números apresentados pelo próprio governo, sobram recursos no caixa do Estado.

Prestação de contas feita pelo secretário da Fazenda mostrou que o governo teve superávit de R$ 7,2 bilhões em 2021. Nos primeiros quatro meses de 2022 o superávit foi de R$ 5,1 bilhões. Ou seja, até abril último, havia R$ 12,3 bilhões de superávit.  De janeiro a maio deste ano, houve crescimento da Receita (arrecadação de impostos) na ordem de 28%. Para pagar a data base nos próximos meses (julho a dezembro) o governo precisaria de R$ 2,1 bilhões.

alõezinhos

Crescimento da receita em 2022 – 28%

Superávit R$ 12,3 bilhões (abril 2022)

R$ 2,1 bilhões daria para pagar data base de julho a dezembro

Isenção fiscal para grandes empresas R$ 17 bilhões

VERSO

Governo economiza às custas de servidoras(es)

O congelamento de salários e a redução do número de funcionárias(os) públicas(os) do Paraná entre 2018 e 2021 gerou uma economia para o governo de 2,4 bilhões de reais.

Além disso, a receita do governo aumentou, mas salários do funcionalismo não. Percentualmente, os custos com salários do funcionalismo público do Paraná, que em 2018 significavam 44,56% da receita do Estado, caíram para 38,99% em 2021. Ou seja, a arrecadação cresceu muito, os custos com o funcionalismo caíram bastante, mas mesmo assim o governo não quer pagar o reajuste da inflação.

Economia às custas de servidoras(es) – R$ 2,4 bilhões

Defasagem salarial – 36,56%

Custos com funcionalismo caíram 5,57%

SERVIDORAS E SERVIDORES EXIGEM A REPOSIÇÃO SALARIAL.

NÃO É AUMENTO DE SALÁRIO!

É JUSTIÇA!

No Paraná que queremos

Não há renúncia fiscal que tira dinheiro das cidades para dar aos mais ricos

📌 No Paraná que queremos, a prioridade é o bem-estar do povo, sem tirar dinheiro das cidades para dar isenção fiscal para os mais ricos.

💲 O estado não abriria mão de R$ 17 bilhões que poderiam ser usados para ampliar os serviços de saúde, educação, segurança, habitação, saneamento…

😥 Não tiraríamos R$ 5,5 bilhões dos municípios.

😤 Não deixaríamos Curitiba sem receber R$ 592 milhões com a renúncia fiscal. Não tiraríamos R$ 226,6 milhões de São José dos Pinhais, R$ 168,1 milhões de Londrina, R$ 145,5 milhões de Maringá, R$ 145,4 milhões de Ponta Grossa, R$ 125,9 milhões de Foz do Iguaçu, R$ 123,7 milhões de Cascavel,   R$ 70,4 milhões de Colombo, R$ 72,8 milhões de Guarapuava, R$ 66,5 milhões de Paranaguá, R$ 44,6 milhões de Apucarana ou R$ 50,2 milhões de Arapongas.

🙄 É preciso construir um outro caminho para o Paraná, onde as pessoas valem mais do que os interesses financeiros de alguns.

#ParanáQueQueremos #RenúnciaFiscalNão #BolsaEmpresário